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“Vestibulando deve ter rotina de atleta de elite”, afirmam especialistas
Garra, persistência, disciplina, treino, foco, objetivos claros, orientação adequada, apoio da família e paciência. Essas foram as principais recomendações dos especialistas que participaram do encontro com vestibulandos e pais para discutir “Como se preparar agora para entrar na faculdade desejada”, realizado pelo Criar Língua Portuguesa e Redação nesta semana. O debate entre professores especialistas em vestibulares, um coach executivo e um psicólogo aconteceu em Ribeirão Preto e a mensagem principal foi: vestibulando precisa de foco nos objetivos, muito treino, disciplina, atitude e aprender a assumir responsabilidades – tal como um atleta de elite.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

O Criar Língua Portuguesa e Redação promoveu em Ribeirão Preto (SP), na última segunda-feira (24), o encontro gratuito “Como se preparar desde já para entrar na faculdade desejada”. O evento aconteceu no Salão Nobre da ACI-RP e contou com a presença de pais e alunos. Participaram como palestrantes o diretor do Criar e professor Luiz Cláudio Jubilato, o professor Marcelo Góes, o coach executivo e professor da FGV, Marcelo Jabur e o psicólogo Marcelo Filipecki. O debate foi mediado pelo professor Paulo Vieira.

O professor Jubilato comparou a vida do vestibulando a dos atletas de elite. Segundo ele, estudantes devem ter planejamento e metas de estudo. "O aluno precisa antes definir que carreira quer seguir e em qual universidade", destacou. O professor também assegurou que o vestibular não é definitivo na vida dos estudantes, por isso incentivou-os a não temerem a prova e sim enfrentá-la com esforço e responsabilidades. Aos pais, ficou o alerta sobre o significado real de apoio e planejamento em conjunto. Afinal, trata-se de uma fase na vida do estudante que exige muito diálogo e participação da família, não apenas cobrança ou indiferença. “É importante que os pais tenham em mente que seu filho não está decidindo toda a vida dele no vestibular; esta é só uma etapa”. Jubilato, trouxe para o debate, uma frase do seriado “Guerra dos Tronos”, como recado aos candidatos: “Quem tem medo de perder, já perdeu.”

Já o coach executivo Marcelo Jabur comentou que, para vencer no vestibular, o aluno precisa entender o significado de vantagem competitiva e não se acomodar nunca. “Quanto mais vantagens competitivas tiver (como por exemplo, foco na melhoria constante e na prática), mais chances de passar ele terá”, afirmou garantindo também que não adianta forçar além do limite, como por exemplo, estender o estudo até a madrugada, prejudicando o desempenho em sala de aula. O ponto é estabelecer um objetivo e trabalhar todos os dias para chegar lá e não ficar diminuindo o objetivo para “achar” que não vai conseguir alcançá-lo. Jabur trouxe uma visão aplicada ao meio corporativo que se adequa bem à vida do estudante: “o vestibulando precisa se equilibrar em dois pilares – tomar iniciativas e assumir responsabilidades. Além disso, destacou que é preciso vontade de aprender, de melhorar e muita paciência.

 

Vontade de aprender x desânimo

Para o psicólogo Marcelo Filipecki, o aluno deve ter vontade como característica competitiva. Segundo ele, esse fator é decisivo no resultado dos vestibulares. Mas alertou a plateia – “de nada adianta ter vontade, se não tiver objetivos claros, pois são eles que norteiam o caminho”, disse. Com a pergunta “até que ponto você suporta a dor?”, o psicólogo questionou a plateia e garantiu: “ninguém disse que seria fácil, mas o enfrentamento ao vestibular é sempre o melhor a se fazer”.

Filipecki mencionou também que o estudante precisa aprender a lidar com as ondas de desânimo que o rondam e orientou que às vezes essa sensação mascara outros sentimentos, como falta de vontade ou medo.

Completando a visão do psicólogo, o professor Marcelo Góes alertou que  reconhecer os limites não é ruim para o estudante. “É só o começo para alcançar seus objetivos”. Ele recomendou ainda a prática e a repetição como fórmula de sucesso, principalmente no que se refere à redação. “Se o aluno decidir se dedicar, ele terá tempo de fazer cerca de 60 redações ao longo deste ano. Essa é uma quantidade adequada para que ele, muito provavelmente, tenha um ótimo desempenho no vestibular”, indicou. 

A mensagem final do professor Góes foi para os pais: "Cobrem o processo de estudos dos seus filhos e não apenas os resultados", concluiu.

 

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