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Não pise em mim!

Com seus passos cinzentos

repletos de marcas

com seu estilo moderno

Seus cadarços apressados

sua mente cronológica

seu mundo ultrapassado…

 

Não pise em mim…

Desescute o ódio da buzina

 

ao seu lado.

 

Desejo apenas aquilo que falta

silêncio, momento que passa

só desejo sua alma descalça.

 

Felipe Nassar

 22 de junho de 2012
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Saudade é

Quando a alma quer voltar

De onde nunca quis ter saído

De onde fez sentir-se confortável

De onde sente-se feliz

 

Saudade é

Como uma barreira semipermeável

Que impede a passagem da alegria

E possibilita a da solidão

 

Thais Livon Sampaio

 21 de junho de 2012
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Por quê?

Não prefiro as definições

Qual a pergunta mais difícil?

O porquê?

Porque é a única que permite qualquer resposta

Porque é escorregadia, imprecisa

Segue até o limite de quem pergunta

Por que se conformar com qualquer resposta,

Com alguma resposta

Se, afinal,

Não há nenhuma pergunta definitiva?

 

Victor Hugo de Carvalho P. Turcato

 21 de junho de 2012
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Tempo de agora

Tempo de tarde

Tempo da manhã

Tempo do relógio

Tempo de crescer

Tempo de sorrir

Tempo de envelhecer

Tempo de viver

Tempo de morrer

Tempo de ser

Tempo de estar…

Há tempo para mim.

Rafaela Carla da Silva Nascimento

 21 de junho de 2012
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O último grito

A cada piscar um calafrio

A cada suspiro uma nova aflição,

Procuro dentro de todos os lugares palavras

Tento, tento, mas não consigo, desisto?

 

Jhonatan Prates da Silva

 21 de junho de 2012
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A noite chega e , feito um manto negro,

Esconde.

A verdade, o passo, a própria mão, o sujo…

Transforma o mais alto pico da imaginação

Em realidade.

E a realidade perturba,

Martiriza.

Amedronta pelo corredor vazio,

O vazio debaixo da cama,

Do pântano, do peito,

Da escuridão, da lama.

 

Lívia Oliveira Godoy

 21 de junho de 2012
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O tempo das ondas do mar

Li, vi, e antes que percebemos as palavras são um sorriso

Um de tantos sorrisos, de quantas palavras

Em muitos sentidos onduladas e movidos

Por uma vontade de viver, viver de vontade

Ser…

 

Luigi Calil Stefani

 21 de junho de 2012
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Tempo que passa tão depressa

Um tempo que não volta nunca mais

Aio se eu pudesse volta no tempo

Viveria aquele momento como se fosse hoje

 

Marcela Victória Rodrigues L. Simioni

 21 de junho de 2012
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Os versos e vontades não saem da minha mente

E a caneta rabisca em forma de prosa, poema, rock, repente

De forma lírica então vou escrevendo

Sobre ódio, amor, dias bons e horrendos.

 

Gabriel de Barros Mattos Figueiredo

 21 de junho de 2012
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Doce Piano

Meu doce piano

Como gosto de ti

Tornas meu dia tão belo

Que me faz nunca querer partir

 

Gabriela Henrique Camelo

 21 de junho de 2012
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